Dra. Angélica Guimarães consolida legado no serviço público e é eleita, por unanimidade, presidente do TCE para o biênio 2026/2027

Redação FixNews

A conselheira Maria Angélica Guimarães é hoje um dos nomes mais respeitados da administração pública sergipana, reconhecida por sua competência técnica, ética e trajetória de dedicação ao serviço público. Médica formada pela Universidade Federal de Sergipe, iniciou sua vida profissional no Ministério da Saúde, sempre pautada pelo compromisso com políticas públicas de qualidade.

Seu caminho na vida pública ganhou ainda mais destaque quando assumiu a Prefeitura de Japoatã e, posteriormente, foi eleita deputada estadual por quatro mandatos consecutivos, período em que também exerceu a presidência da Assembleia Legislativa de Sergipe. Sua atuação firme e equilibrada a consolidou como uma liderança de referência no cenário político do Estado.

Em 2015, Angélica Guimarães tomou posse como conselheira do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe (TCE/SE), onde rapidamente se destacou por sua capacidade de gestão e aprofundado conhecimento técnico. No órgão, desempenhou funções de grande relevância, como corregedora-geral e ouvidora-geral, sempre defendendo uma atuação transparente, eficiente e alinhada ao interesse público.

Agora, coroando uma trajetória marcada por credibilidade e serviço exemplar, Angélica foi eleita por unanimidade para presidir o TCE no biênio 2026/2027. A escolha unânime reflete a confiança de seus pares e o reconhecimento de sua liderança.

Com esse novo capítulo, ela se torna a terceira mulher a comandar a Corte de Contas sergipana — marco que reforça a representatividade feminina em espaços de alta responsabilidade institucional e celebra a força, competência e preparo das mulheres que atuam na gestão pública.

A eleição de Dra. Angélica Guimarães consolida não apenas sua trajetória, mas também seu compromisso inabalável com a boa governança, o controle responsável dos recursos públicos e o desenvolvimento de Sergipe. Uma conquista que honra sua história e projeta um futuro ainda mais sólido para o Tribunal de Contas e para o Estado.

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